sexta-feira, 8 de maio de 2015

O gato



O gato
A revista Super Interessante de número 346 de maio de 2015, traz o experimento feito pela cientista Gabriela Barreto Lemos, da Universidade de Viena.
O experimento consiste em emitir um laser e faze-lo passar através de um cristal, que o divide em dois fótons: vermelho e infravermelho. Os dois fótons estão entrelaçados. Existe uma in-formação que une os dois. Em seguida os fótons são dirigidos para um espelho que faz a separação dos dois. O fóton infravermelho segue um caminho que passa por encontrar uma cartolina com o desenho de um gato.  Em seguida esse fóton é descartado. O fóton vermelho seguiu outro caminho completamente distinto do infravermelho. Em direção a um espelho que mostra a imagem do gato! Este fóton vermelho nunca encontrou a imagem do gato no seu caminho. Quem fez isso foi o infravermelho, no entanto o vermelho mostra o gato. Toda a in-formação do infravermelho está no vermelho também, embora não haja troca de sinal entre eles. Isto é o entrelaçamento quântico. O que afeta um fóton afeta o outro imediatamente. Sem troca de sinal entre eles.
Como isso é possível?
Isto acontece porque no nível mais profundo da realidade, o nível que está antes de que o Bóson de Higgs “dê” massa para uma onda e passe a existir esse universo material em que todos vivem, existe uma única energia. Uma única onda. O Todo. O Todo é subjacente a tudo o que existe. Tudo emana Dele, tudo está dentro Dele. Pode-se dar o nome de nível subquântico, onde nada material existe ainda. O Oceano Primordial de Energia. Por isso não há troca de sinal entre os dois fótons. Eles fazem parte da mesma energia fundamental. Estão interligados. Entrelaçados. O que acontece com um acontece com o outro. Sem troca de sinal de informação. Instantâneo. Vamos dar um exemplo: um polvo tem 8 braços. Cada braço sente o que acontece com os demais, porque estão ligados no corpo do polvo. A mesma coisa acontece com os seus dedos ou qualquer outra parte do seu corpo. Todo seu corpo sente o que acontece em todo o resto do seu corpo. Como todos estão dentro do Todo, todos “sentem” o que acontece com todo o resto.
Este fato ainda não foi aceito pela humanidade. Quando isso acontecer todos os problemas estarão resolvidos. Estima-se que leve uns 500 anos para isso ser aceito pela ciência. Esse prazo pode ser diminuído caso as pessoas decidam aceitar o Todo.

quarta-feira, 6 de maio de 2015

Dilema do prisioneiro



Dilema do prisioneiro
O Equilibro de Nash faz parte da Teoria dos Jogos, que é um ramo da matemática, que estuda o que devemos fazer em função do que os outros farão. Foi desenvolvido por John Nash, Nobel de Economia.
No caso em que nenhuma das partes quer mudar de opinião porque acha que teria desvantagem.
Vejamos o caso mais discutido e inclusive com vários capítulos de seriados usando esse dilema como estória.
Houve um assassinato e existem dois suspeitos.
Se não se consegue provar quem foi, a pena seria de 6 meses por porte de arma.
Se um suspeito acusa o outro e este não se defende será condenado a 25 anos.
Se o suspeito colaborar com a polícia sairá livre.
Se os dois se acusarem a pena é de 15 anos.
Como os suspeitos não conhecem a Teoria dos Jogos, o normal será que se acusem mutuamente. E a pena será de 15 anos. Se não se acusassem seria de 6 meses.
Este simples exemplo mostra que sempre é melhor colaborar do que competir.
Considerando o planeta Terra como um sistema fechado, temos a situação de que todos somos prisioneiros no planeta. A melhor estratégia seria a cooperação, onde todos teriam melhores condições de vida (menor pena). A competição faz com que todos tenhamos uma pena maior.
Acredito que isso seja autoevidente, mas não é assim que o cérebro reptiliano vê a realidade. E a dissonância cognitiva mostra isso claramente.
Um dia quando a Teoria dos Jogos for ensinada para as crianças, poderemos ter um planeta melhor para todos. Isso depende de uma mudança de paradigma gigantesca em termos do temos hoje no planeta. Por enquanto uns acusam os outros e o resultado está ai para todos verem.

segunda-feira, 4 de maio de 2015

Demografia e paradigma



Demografia e paradigma
Para que uma população humana seja mantida estável é preciso que a cada 100 mães hajam 2,16 filhos. Este é o índice para manter no nível atual. Sem crescimento.
Vários países europeus estão com índices muito abaixo deste.
A população destes países está sendo mantida graças a imigração. A questão é a seguinte: dentro de 50 ou 100 anos quantos habitantes originais daquele país existem? Quantos são imigrantes e quantos são os nativos? Na forma que vai indo logo teremos países onde os nativos serão minoria ou podem se tornar insignificantes no número geral.
Em pouco tempo poderemos ter uma total transformação nestes países. O que hoje é um estado pode desaparecer completamente. Isso aconteceu com muitos estados após a Primeira Guerra Mundial. A questão agora é que não precisa uma guerra para isso acontecer. A população vai diminuindo até desaparecer.
É interessante o carma das nações. Tudo tem carma. Pessoas, países, planetas, etc. O que foi feito com os tupinambás? Foram praticamente extintos em 100 anos. Só que isso foi fruto de uma invasão. Na Europa estamos vendo o mesmo problema através de um paradigma. Porque não nascem crianças? Porque não têm filhos? Porque os filhos aos 40 anos estão morando com os pais ainda? Porque hoje existe a neotenia? O que falam é que não conseguem ganhar o suficiente para criar os filhos. E isso é consequência do paradigma econômico.
Do outro lado temos os africanos tentando entrar na Europa de qualquer forma e semana passada tivemos o caso do navio com clandestinos que naufragou com 800 pessoas. E tentam essa travessia todos os dias por todos os meios. Para matar a fome.
Além dos tupinambás também temos a história dos escravos africanos. O que sobrou da estrutura social dos africanos após serem escravizados pelos menos 15 milhões deles? E do colonialismo?
Nossa situação não é muito diferente dos europeus. E também é consequência da escravização dos nativos e africanos trazidos para cá. E isso tudo é fruto de um paradigma que ainda não mudou. Estamos começando a ver as consequências.

domingo, 3 de maio de 2015

"Olhai os lírios dos campos"

“Olhai os lírios dos campos”


A Luz do Todo brilha por todo o universo.

Do nada surge em todos os lugares um Lírio maravilhoso protegido por um campo eletromagnético, que impede que ele seja destruído. Dele emana o aroma e o Amor do Todo.

No umbral está o Lírio e os seres que lá estão se achegam até ele para fazerem morada perto dele.

Até nas cidades dos daimons o Lírio aparece nas praças. E o daimon chefe daquela cidade para e pensa no quanto o Amor e o Poder do Todo são incomensuráveis. E que não existe nada igual à Ele.

Mais uma vez a oportunidade de redenção está aberta a todos. Basta começar a ajudar.